•  A palavra “Gênesis” significa: Geração; Origem; Início; Princípio; Algo que vem a existir; Nascimento; Criação.
  • A expressão “e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas” (Gn 1:2) pode ser traduzida também (de acordo com seu significado mais original, no hebraico) como “e o Espírito de Deus CHOCAVA por sobre as águas”. A metáfora é simplesmente bela. Pense numa pombinha chocando o ovo e engendrando a criação.
  • Autoridade da Bíblia. “No princípio criou Deus …” (Gn 1:1). Este é o princípio do livro mais sui-generis que existe. Não traz introdução, não explica quem é esse Deus, nem nada. Começa simplesmente. Grandiosa soberania! Tremenda autoridade!
  • Importância da Terra.  ”… criou Deus os céus e a terra” (Gn 1:1). Vemos aqui uma importante hegemonia em meio a trilhões de astros. A terra foi criada antes de qualquer astro. Estes, só foram criados no quarto dia da criação. Esta importância, esta ênfase, nos sugere que a terra é o único planeta habitado no universo.
  • Deus ou Deuses? “Bereshit barah Elohim…”(Gn 1.1). Assim começa o livro de Gênesis no hebraico. Curiosamente, essa palavra “Elohim”, designativa de Deus, pode ser traduzida como “deuses”. Especuladores já afirmaram, hereticamente, que deuses criaram os céus e a terra. Tais afirmações só podem partir da ignorância em relação a uma particularidade muito interessante do hebraico. Quando esse idioma quer dar uma ênfase muito grande a algo ou a alguém, utiliza um plural singularizado, ou como o designam os eruditos, um “plural majestático de intensidade”. É este o caso de “Elohim”.
  • A primeira coisa. O que Deus criou primeiro foi o “tempo”:  ”… no princípio” (Gn 1:1). Para que a criação tivesse lugar, era necessário que o tempo existisse, uma vez que, “antes” disso, tudo era eternidade.