” O ladrão não vem senão a roubar, matar e a destruir; eu vim para tenham vida e a tenham com abundância. Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas ” (João 10:10-11). Esta passagem destaca o contraste entre as intenções do Bom Pastor e as do ladrão. Várias observações interessantes podem surgir desse texto. Primeiro, é bom notar que a estratégia do ladrão não é dirigida contra o bom pastor, mas contra as ovelhas. Uma crença comum na igreja é que Deus e Satanás estão envolvidos em uma batalha cósmica, lutando sem trégua até o dia do resultado final. Esta visão é falsa, porque Deus é o Criador e o diabo é um ser criado. Não há como medir ou comparar forças. Em segundo lugar, Cristo afirma claramente quais são os objetivos desse ladrão. Ele não veio para distrair-nos momentaneamente ou para tornar mais difícil a nossa existência. Ele é um inimigo que tem planos muito mais contundentes do que isso. Ele não irá descansar até que tenha concretizado a destruição total da pessoa. Observe a progressão na sua estratégia. A primeira coisa que ele faz é roubar. Quando rouba, leva tudo o que é a nossa particular herança como seres criados à imagem e semelhança de Deus; a nossa capacidade de experimentar a vida espiritual, nossa possibilidade de ter comunhão e desfrutar de demonstrações de amor, nossa faculdade de experimentar alegria e paz e de ver a vida com esperança.

A ausência destas coisas produz estragos terríveis em nossa própria identidade e nos conduz a uma vida cheia de conflitos e dor.

Em uma segunda etapa, não obstante, o ladrão impõe a morte da pessoa, ou seja, a vida, tal qual Deus criou, deixa de existir. Todavia, o ladrão não descansará, porque o objetivo final de tudo o que faz é a destruição de seres humanos. Nesse sentido, entendemos que se refere à morte eterna, que consiste na perda absoluta de tudo que nos distinguia como seres humanos. Se tomarmos a mesma construção que Jesus usou para descrever as atividades do ladrão, poderíamos afirmar que o propósito do Filho de Deus é dar, reviver e construir. Isto é, seu primeiro objetivo é sempre abençoar. Ele se deleita em dar, mesmo que não mereçamos. Ele é um Deus que sempre está à procura de alguém para abençoar, porque sua natureza se expressa em uma generosidade sem reservas. A este ato de abençoar se soma o desejo de dar vida e vida em abundância. Com isto, entendemos que Deus deseja que vivamos plenamente todos as dimensões da vida que Ele nos deu, o que inclui sua expressão mais sublime, que é a espiritual. A longo prazo, no entanto, Cristo está no negócio de edificar para si um povo santo, um reino de sacerdotes. Somos seres com um destino eterno, e Ele é o nosso o bom pastor. Para refletir: Você está vivendo uma vida abundante? No amor de Cristo Jesus, Pr. Natanael Gonçalves “O ladrão não vem senão a roubar, matar e a destruir; eu vim para tenham vida e a tenham com abundância. Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas” (João 10:10-11). Esta passagem destaca o contraste entre as intenções do Bom Pastor e as do ladrão. Várias observações interessantes podem surgir desse texto. Primeiro, é bom notar que a estratégia do ladrão não é dirigida contra o bom pastor, mas contra as ovelhas. Uma crença comum na igreja é que Deus e Satanás estão envolvidos em uma batalha cósmica, lutando sem trégua até o dia do resultado final. Esta visão é falsa, porque Deus é o Criador e o diabo é um ser criado. Não há como medir ou comparar forças. Em segundo lugar, Cristo afirma claramente quais são os objetivos desse ladrão. Ele não veio para distrair-nos momentaneamente ou para tornar mais difícil a nossa existência. Ele é um inimigo que tem planos muito mais contundentes do que isso. Ele não irá descansar até que tenha concretizado a destruição total da pessoa. Observe a progressão na sua estratégia. A primeira coisa que ele faz é roubar. Quando rouba, leva tudo o que é a nossa particular herança como seres criados à imagem e semelhança de Deus; a nossa capacidade de experimentar a vida espiritual, nossa possibilidade de ter comunhão e desfrutar de demonstrações de amor, nossa faculdade de experimentar alegria e paz e de ver a vida com esperança. A ausência destas coisas produz estragos terríveis em nossa própria identidade e nos conduz a uma vida cheia de conflitos e dor. Em uma segunda etapa, não obstante, o ladrão impõe a morte da pessoa, ou seja, a vida, tal qual Deus criou, deixa de existir. Todavia, o ladrão não descansará, porque o objetivo final de tudo o que faz é a destruição de seres humanos. Nesse sentido, entendemos que se refere à morte eterna, que consiste na perda absoluta de tudo que nos distinguia como seres humanos. Se tomarmos a mesma construção que Jesus usou para descrever as atividades do ladrão, poderíamos afirmar que o propósito do Filho de Deus é dar, reviver e construir. Isto é, seu primeiro objetivo é sempre abençoar. Ele se deleita em dar, mesmo que não mereçamos. Ele é um Deus que sempre está à procura de alguém para abençoar, porque sua natureza se expressa em uma generosidade sem reservas. A este ato de abençoar se soma o desejo de dar vida e vida em abundância. Com isto, entendemos que Deus deseja que vivamos plenamente todos as dimensões da vida que Ele nos deu, o que inclui sua expressão mais sublime, que é a espiritual. A longo prazo, no entanto, Cristo está no negócio de edificar para si um povo santo, um reino de sacerdotes. Somos seres com um destino eterno, e Ele é o nosso o bom pastor.

Para refletir: Você está vivendo uma vida abundante?

No amor de Cristo Jesus, Pr. Natanael Gonçalves