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6- Peça-a, porém, com fé,  não duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento e lançada de uma para outra parte. 7- Não pense tal homem que receberá do Senhor alguma coisa.  8- O homem de coração dobre  é inconstante em todos os seus caminhos. 9- Mas glorie-se o irmão abatido na sua exaltação, 10- e o rico, em seu abatimento, porque ele passará como a flor da erva. 11- Porque sai o sol com ardor, e a erva seca, e a sua flor cai, e a formosa aparência do seu aspecto n  perece; assim se murchará o  também o rico em seus caminhos. 12- Bem-aventurado o varão que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa a vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam (Tg 1.6–12). 

Desde que decidi escrever sobre as aflições e tribulações, uma coisa procurei deixar claro: “todos os filhos de Deus passam por circunstâncias adversas”. Diferente das mensagens pregadas e ensinadas hoje em dia, as quais dizem que se deve declarar, decretar e não aceitar as situações difíceis, vemos na Palavra de Deus que o crente passa por aflições (João 16:33). No entanto, meu papel como pastor é orientar pela Palavra da Verdade, o caminho que ela mesmo traça para todos nós. Hoje, falamos dos três últimos princípios contidos no texto acima: 

5) O Princípio do Confiança em Deus (vs 6-8). Ao pedir sabedoria, nossa petição deve estar acompanhada por fé. Muitas vezes, a via percorrida é a da dúvida. Lutamos com a esperança de encontrar a nossa própria solução. Esta luta produz, invariavelmente, confusão e insegurança. Devemos deixar de lutar e, então, confiar e descansar no Senhor. Quando estamos esperando em Deus pela solução, sempre haverá paz, segurança e estabilidade.  Não seremos vítima das ondas que são levadas pelo vento.

6) O Princípio do Contentamento (vs 9-11). A capacidade para suportar a aflição não depende do que possuímos, senão do contentamento que desfrutamos com o Senhor e Seu plano para a vida. O pobre pode gabar-se da vida de Deus nele. O rico tem que reconhecer que suas riquezas materiais são temporais. Deste modo, ambos, ricos e pobres gozam de uma mesma base para se alegrarem no que Deus lhes tem dado. Não devemos depender do que possuímos. Nossa alegria e regozijo deve, tão somente, fundamentar-se em nossa relação com Deus e, assim sendo, nunca se perderá.

7) O Princípio da Recompensa (v.12). Finalmente, o homem possuidor de uma fé viva, pode passar pelas provas porque compreende a promessa divina das recompensas. Pode haver satisfação em meio ao sofrimento, porque se espera o prêmio prometido. O Senhor mesmo o prometeu. A bênção da vida abundante, não é para o ano que vem, nem para a próxima década mas é para ser desfrutada agora, apesar das lutas, aflições e provas. Fique firme! 

Para refletir: Considere os princípios que já abordamos nas meditações anteriores (parte I e parte II). Que tipo de reação se produzirá a aplicação desses princípios quando atravessamos as aflições?

1)   Atitude positiva;  2) Perspectiva divina;  3) Paciência;  4) Discernimento;  5) Confiança em Deus;  7) Recompensa. 

N’Ele que realiza tudo em todos, 

Pr. Natanael Goncalves