…Lavanta-te, vai à cidade de Nínive e clama contra ela… E Jonas se levantou para fugir de diante da face do SENHOR para Társis… (Jonas 1.1-3).

Na reflexão de hoje, meditando um pouco sobre a história do profeta Jonas, observo que muitos têm suas próprias Nínives e Társis. Nínive  é a cidade da obediência e confrontação; Társis é um lugar de fuga e evasiva. Nossa Nínive é a revelação inegável da vontade de Deus para nós, focalizada em pessoas, oportunidades, problemas ou perplexidades. Nínive pode ser simplesmente a exortação do Senhor à qual ignoramos, uma obediência a exigir mais do que estamos prontos a dar. Seja o que for, Nínive é a chamada de Deus a soar em nossos corações para servi-Lo e dar-lhe o primeiro lugar em nossas vidas.

A fuga para a nossa Társis pode acontecer em nossas almas bem antes de seguirmos fisicamente para qualquer outro lugar, pois, muitos estão fugindo de Deus sem jamais sair do local. Podemos estar fugindo quando preenchemos nossa vida com coisas boas, de modo que não deixamos tempo para Deus, quer para atender a um trabalho específico, quer para lidar com pessoas que Ele colocou em nossa agenda. Alguns estão fugindo em muitas direções, mas não sob a direção de Deus. Não há, todavia, lugar para onde correr que Deus não esteja lá esperando por nós. Devo, no entanto, aprender com o profeta: numa batalha de vontades com Deus, a única maneira de ganhar é permitir que Ele vença!

Momento de Reflexão: Como pastor, tenho visto muitas pessoas cristãs que buscam, em primeiro lugar, o seu próprio bem-estar. Para alcançá-lo, colocam o trabalho como primazia, ou no outro lado, a diversão, pois ninguém é de ferro, dizem. Estas coisas representam a cidade de Társis em suas vidas. Responda a essa questão: Você está caminhando em direção a Társis ou a Nínive? Reflita sobre isso!

Em Cristo,

Pr. Natanael Gonçalves