Porque estáveis desgarrados como ovelhas; agora, porém, vos convertestes ao Pastor e Bispo da vossa alma (1 Pedro 2.25).

O Senhor resistiu ao sofrimento e a humilhação porque não se esquecia dos objetivos que possuía. Estava diante dele a nossa salvação. Padeceu e morreu para levar sobre si mesmo o castigo por nossas transgressões, e para que fôssemos libertos do domínio do pecado e vivêssemos em retidão. E nós? Temos como objetivo tirar alguém do abismo com o nosso testemunho?

Há algo interessante no verso 25 que nos chama atenção: Os títulos dados a Jesus. Pedro diz que Ele é Senhor, Pastor e Bispo das nossas almas. O que isto significa? O termo pastor é nosso conhecido, todavia, o vocábulo Bispo, derivado do termo grego epískopos, é um termo polivalente e quer dizer: protetor da segurança pública, guardião da honra, supervisor da correta educação e da moral e administrador da lei e da ordem.

Assim que, chamar ao Senhor de epískopos, quer dizer que Ele é nosso Guardião, Protetor e Guia. Ele é o nosso Pastor e Protetor das nossas almas. Ele cuida de nós com seu amor, nos protege com seu poder, e nos guia pelo bom caminho com sua sabedoria. Jesus assinalou que nem todo que me diz Senhor, Senhor, entrará no Reino dos Céus. Por que Ele falou isso? Não adianta dizer que Ele é Salvador, Pastor, Bispo e Senhor, se não há submissão à Sua Palavra. 

Momento de reflexão: Estou convicto de que há muita gente dentro da igreja que não se submete em obediência ao Senhor e à Sua Palavra. Se dizem cristãos, mas são apenas religiosos. A marca de um verdadeiro cristão é a sua submissão ao Pastor e Bispo das nossas almas, bem como a obediência à Sua Palavra. Assim sendo, a questão é: Você é um simpatizante ou um comprometido? Um religioso ou um verdadeiro adorador? Responda a você mesmo e reflita!

Naquele que é o nosso Pastor e Epískopos,

Pr. Natanael Gonçalves