adoração

PROBLEMA: Paulo disse: “Os alimentos são para o estômago, e o estômago, para os alimentos; mas Deus destruirá tanto estes como aquele” (1 Co 6:13). Com isso, alguns argumentam que o corpo ressuscitado não terá a anatomia ou fisiologia do corpo anterior à ressurreição. Por outro lado, Paulo deu a entender que reconheceremos os nossos queridos no céu (1 Ts 4:13-18).

SOLUÇÃO: O corpo que vai para o túmulo é o mesmo corpo, feito imortal, que dele há de sair. Isso é provado pelo fato de que: o túmulo de Jesus ficou vazio; ele tinha as cicatrizes da crucificação no seu corpo (Jo 20:27); o seu corpo era “carne e ossos”(Lc 24:39); as pessoas podiam tocar nele, e assim fizeram (Mt 28:9); e ele podia comer alimentos físicos, o que fez em várias ocasiões (Lc 24:40-42). Quanto a 1 Coríntios 6:13, um cuidadoso estudo do contexto revela que, quando Paulo diz que Deus destruirá tanto os alimentos como o estômago, ele está se referindo ao processo da morte, não à natureza do corpo ressuscitado. Além disso, conquanto o corpo ressuscitado possa não ter necessidade de se alimentar, ele tem a capacidade para fazê-lo. Comer no céu será um prazer, sem ser uma necessidade. Assim, o corpo que a morte “destrói” é o mesmo que a ressurreição restaura. Argumentar que não haverá um corpo ressuscitado porque o estômago será “destruído” é equivalente a declarar que as outras partes do corpo – a cabeça, os braços, as pernas, o tronco – não ressuscitarão, porque a morte as tornará em pó também.