PROBLEMA: Segundo esse versículo, Jesus rejeitou o testemunho humano sobre si mesmo, insistindo: “Eu… não aceito testemunho humano”.  Mas em outra parte ele aceitou o testemunho de Pedro de que ele era o Cristo, o Filho do Deus vivo (Mt 16:16-18). De fato, até mesmo no livro de João (Jo 15:27), Jesus disse a seus discípulos: “e vós também testemunhareis, porque estais comigo desde o princípio”.

SOLUÇÃO: A diferença entre essas afirmações é devida às circunstâncias do testemunho. Ele não aceitou um mero testemunho humano para confirmar quem ele era, mas de fato o aceitou para propagar quem ele era. Deus, por atos miraculosos, confirmou quem era Jesus (cf. At 2:22; Hb 2:3-4), e não os seres humanos. Por outro lado, quando os homens descobriam o que Deus tinha revelado, o testemunho deles era válido. Mesmo depois da grande confissão de Pedro, Jesus o fez lembrar-se de que “não foi carne e sangue que to revelaram”(Mt 16:17). A questão pode ser resumida da seguinte maneira:

O Testemunho Humano Não Podia:

  • Revelar quem era Jesus
  • Confirmar quem ele era
  • Provar quem ele era

O Testemunho Humano Podia:

  • Descobrir quem era Jesus
  • Disseminar quem ele era
  • Propagar em ele era